Total de visualizações de página

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Tudo, tudo mesmo!


É surreal essa relação da mulher com a maternidade... Pelo menos a minha relação com a maternidade é bem complexa.
Já disse uma vez e realmente acredito que os meus filhos são tudo na minha vida, tudo mesmo. Eles conseguem fazer brotar em mim quase todos os sentimentos possíveis.
São tantos os sentimentos, muitas vezes até difíceis de decifrar, mas ontem, domingo à tarde, senti raiva da minha filha. Inacreditável! Como, como pode uma mãe sentir raiva do seu filho?  Mas é verdade, esses sentimentos existem, mesmo os ruins. E é preciso tomar um cuidado danado pra não explodir! Mas vou explicar.
Fomos ontem ao teatro assistir a peça “Aladim”. Eles adoraram, como sempre, adoram um teatro. Mas o clima no final da peça não estava bom. Todos estavam exaustos, eu inclusive. O dia tinha sido longo, caminhada matinal, almoço, passada na decatlon, supermercado , passeio pelo bexiga e por último, teatro para encerrar o dia.
Na saída (e na entrada do teatro) tem um Zé Mané que vende brinquedos da 25 de março por uma verdadeira fortuna. As crianças ficam loucas (tanto na saída como na entrada) e ficam pedindo pra gente comprar os brinquedos. Não dá pra comprar tudo o tempo todo. Até porque, a gente precisa educar os filhos e dizer não é também necessário. Mas confesso que enche o saco as vezes. E eles realmente querem muito e desejam muito ter a coroa de princesa e a moto do Batman. Mas beleza, eu e o maridão resolvemos educar e falar não, mas é sempre tenso.

Além disso, ficar do lado de fora do teatro Ruth Escobar, para esperar o carro, não é tarefa fácil para pais de trigêmeos de 3 anos. Um corre pra um lado, o outro pro outro e o último avista um balão e fala 550 vezes que quer o balão da moraguinho ou do ben 10. E com tudo isso somado, a gente começa a ficar nervoso... É como se tivesse alguém te alfinetando de 2 em 2 segundos.

Mas beleza, chegou o carro. Ufa! Começa a rotina de colocar cada um no seu lugar, pedindo para que se sentem, colocando cinto de segurança... Nossa, o manobrista começa a te olhar feio, afinal, vc está atrapalhando o fluxo do trabalho dele. Mais um elemento “dificultador” do processo.

Quando finalmente todos estavam sentados e com o cinto de segurança, ameaço bater a porta e já fechando a porta, penso em dar aquela última olhadela, meio de lado, só para garantir, que todos os pés e mãos estavam pra dentro do carro.

Nesse milésimo de segundo, não sei como, vi os dedos da Liz pra fora do carro e consegui segurar a porta que já estava se fechando... Peloamordedeussssssssssssssssssss! Eu quase fechei a porta do carro (e com força) nos dedos dela. Eu ia ter que correr pro hospital para salvar os dedos dela. Jesus amado! Que raiva! Sabe quantas vezes já pedi para eles não fazerem isso? 1550 vezes. Mas não adianta, eles ainda são muito pequenos e essa responsabilidade é minha! Mas confesso que senti muita raiva e fiquei nervosa demais! Foi por muito pouco mesmo....

Ser mãe é estar também preparada para sentir raiva do seu filho.
E depois ficar triste, muito triste por ter tido raiva.

E jurar nunca mais tentar fechar a porta do carro sem contar todos os 60 dedinhos deles dentro do carro.

Ave Maria!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

5 anos da primogênita!

Dia 9/02 foi aniversário da Cookie e como nos anos anteriores, fizemos uma festinha pra ela com direito a bolo de carne e ossinho!

As crianças amaram comemorar com ela e acho que passaram a respeitá-la mais, já que ela agora tem cincoooooooooooooooo anos! 1 ano, 1 mês e 1 dia a mais que eles.

A cookie estava tensa e ao ver seu bolo de carne latiu sem parar.

Tia Ivy esteve presente e tirou as fotos do evento.
Divertido foi!
Tudo bem, tudo bem... Lá em casa tudo pode ser uma festa.
E olha, mesmo com poucos convidados, a festa é sempre gostosa!