Hoje quero falar da Liz, minha linda e destemida Liz...
Minha filha, minha linda, te vejo assim, maravilhosa, pura, dona de si e ao mesmo tempo, tão pequena e indefesa.
Te vejo tão carinhosa e tento ser pra você a mãe que nunca tive. E quero ser pra você, a estrutura, o amor e o conforto necessário que você precisará para ser uma mulher poderosa e potente e real.
Lamento muito (ou não), mas sei que você será também um espelho para mim e refletirá algumas imagens e semelhanças minhas quando criança e agora, como mãe, e quero poder fazer disso algo bom e proveitoso para nós duas.
Quero ser pra você tudo que sempre sonhei pra mim, como filha. Quero ser pra você tudo que sonhei pra mim, como mãe.
Eu me vejo em você, filha. Vejo meus erros e meus acertos. Vejo o amor que sinto por você. Essa força que nos une, daqui por diante e pelo resto de nossas vidas. E quero que esse elo seja prazeroso, indescritível, sensacional. Desejo a você, tudo (de bom) e nada (de ruim) do que tive. Desejo à nos duas mais amor e mais cumplicidade nessa relação maternal.
Dei a você o nome mais doce e poderoso que conheço, minha filha. Sei que você fará bom proveito dele. Coincidência ou não, ele é seu. Use-o como quiser.
Nada do que eu possa escrever ou dizer vai ser claro o suficiente pra te mostrar o que sinto em relação à você, minha filha. Espero poder ter tempo pra te mostrar, não em palavras, mas em atitudes, em conselhos, em apoio, amor e compreensão.
Mamãe.
OBS: Bia e Diego, se vocês estiverem lendo isso, sem ciúmes!!! Mamãe ama vocês tanto quanto ama a Liz. Cada um de vocês é individualmente amado e essencial na minha vida. Cada um de um jeito todo especial e diferente.









